Culto Infantil

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IMPORTÂNCIA DO CULTO INFANTIL

Introdução
Você já parou para pensar o que vem a ser Culto Infantil? Para respondermos a essa questão, primeiramente precisamos pensar no significado da palavra “culto”.

Segundo o dicionário Aurélio, culto significa: “adoração ou homenagem à divindade”. A Bíblia usa a palavra culto para se referir tanto ao culto ao único e verdadeiro Deus, como também a deuses falsos e imagens de esculturas (Ex 20:5).

Para nós cristãos, culto é serviço da nossa alma ao nosso Deus. Pensando dessa forma, será que cremos realmente que crianças podem cultuar a Deus?

“Cuidado, não desprezem nenhum destes pequeninos! (Mt 18:10-NTLH)

É claro que as crianças podem e oferecem culto genuíno a Deus. Por isso, precisamos ter cuidado para não desprezá-las. Não usem nunca a palavra “cultinho” para se referir ao culto infantil, pois elas não oferecem culto menor que os adultos.

Um fato importante que devemos observar é que as crianças estavam presentes nas principais celebrações do povo de Israel (Js 8:35, 2 Cr 20:13, Ne 12:43). Elas louvaram a Jesus em sua entrada triunfal em Jerusalém (Mt 21:15). Com isso concluímos que as crianças tem lugar importante no culto a Deus.

Culto = Escola Bíblica Dominical?
Não! O culto é diferente da Escola Dominical, como o próprio nome diz, é uma escola onde a criança irá estudar e aprender sobre Deus e Sua Palavra. No culto infantil, ela cultua a Deus, ela apresenta todo o seu ser ao Senhor em atitude de adoração. É claro que também há estudo e aprendizagem, porém a ênfase é dada na adoração e no culto a Deus.
Trabalhar com crianças, como em outros ministérios, requer chamado e unção de Deus e também preparo, pois temos que ter plena consciência de que quando trabalhamos com crianças estamos não só influenciando vidas, mas ajudando a formá-las. Pastorear as crianças é assunto sério, pois Jesus nos alerta em Mateus 18.6 para não fazermos tropeçar nenhum dos pequeninos.

-1. Liturgia do culto infantil

Tendo a visão correta do que é o culto infantil, precisamos planejá-lo e organizá-lo de maneira que levemos as crianças a terem comunhão com Deus através da oração, do ensino da Palavra, do louvor e de outras atividades onde vivenciem a verdadeira adoração.

I. -OBJETIVOS GERAIS:

O Projeto de Culto Infantil tem objetivos definidos para atingir. Não se trata apenas de encontros domingueiros comuns ou um culto infantil a mais. Esses objetivos são três:

estrelinha_piscando Levar à criança a salvação.
É o primeiro passo e principal, porque se ela não nascer de novo, não entenderá as coisas espirituais. É grande dever do professor agir, orar diante de Deus no sentido de que todas as crianças aceitem a Jesus como seu salvador e mestre. (I Cor.2:14)
estrelinha_piscando Desenvolver o crescimento espiritual na criança.
É aqui onde entra o conhecimento de Deus, Jesus e da Palavra. É o conceito que temos de que é Deus, que transforma vidas e renova a mente e a vontade da criança (e de qualquer cristão, I Pedro 2:2). Você professor deve proporcionar também à criança o louvor e a adoração a Deus com entendimento.
estrelinha_piscando Preparar a criança para o serviço do mestre.
O serviço cristão nasce em gratidão e reconhecimento do que Deus fez por cada um, através do sacrifício de Jesus na cruz. É demonstrado na vida diária e, mais tarde, em resposta de um chamado de Deus em tempo integral.

Para atingir esses objetivos, precisamos dar atenção especial à liturgia do culto infantil.

O culto deve ser adequado à liturgia e à idade das crianças, e deve ter:

1.1 Oração
Durante o culto deve-se designar tempo especial à oração. Oração é a nossa conversa com Deus e pode ser: de adoração (exaltar o caráter de Deus), confissão, gratidão, petição e intercessão. É muito importante variar os métodos de oração. Por exemplo, pode-se fazer cadernetas, murais, cartões, amigos secretos de oração, fichas de diversos modelos, etc.

1.2 Leitura da Bíblia
A leitura deve ser de acordo com o objetivo a ser atingido no culto, sempre com textos curtos e simples de maneira que as crianças possam acompanhar e entender a leitura. Também se deve fazer a leitura de forma diversificada. Por exemplo: lida somente pelos meninos, pelas meninas, leitura alternada, etc. Nunca deixe de usar a Bíblia no culto infantil (grifo meu). Procure também utilizar cartazes, painéis grandes e coloridos para fixação da mensagem .

1.3 Mensagem
É a forma da aplicação da Palavra, quando ouvimos o que Deus tem a nos dizer. Deve ser ministrada de forma dinâmica e diversificada. Nessa hora, o dirigente deve ser criativo pra atrair a atenção da criança.

1.4 Música
Não use esse momento como um passatempo, frise sobre louvor e adoração a Deus. Use cânticos apropriados à idade das crianças e que contenham mensagens relevantes.

1.5 Atividades de integração com a Igreja
Sugerimos que uma vez por mês as crianças participem do culto com os adultos. Nesses momentos pode haver participação especial das crianças, como: música, leitura da Bíblia, versículos memorizados, dramatizações, etc.

1.6 Atividade de integração com os pais
Ter no programa do culto infantil atividades que incentivem os pais a fazerem o culto doméstico. Planeje atividades semanais para que as crianças façam com os pais. Organize algumas reuniões com o objetivo de mostrar a importância dessas atividades.

* É muito importante que as crianças recebam atividades para serem feitas com a família, reforçando a mensagem do culto. As crianças normalmente gostam de contarem aos pais as historinhas que ouviram. Estimule também aos pais a se envolveram nessas atividades extra-culto.

1.7 Atividades de fixação e verificação do ensino
É de extrema importância ter uma atividade em que o professor possa reforçar o ensino e também verificar se os seus objetivos foram alcançados. Essas atividades podem ser em forma de concursos, dinâmicas, brincadeiras, dramatizações, etc.

2. Como organizar o culto infantil na sua Igreja

2.1 Faça a divisão das crianças por faixa etária

Sugerimos:

Berçário – 0 a 1 anos
Maternal – 2 a 3 anos
Grupo de crianças menores – 4 a 6 anos
Grupo de crianças maiores – 7 a 10 anos

Esses grupos podem variar de acordo com o número de crianças que freqüentam a Igreja. Se não houver muitas crianças na faixa etária de 4 a 10 anos, você pode fazer apenas um grupo e usar o material mais apropriado à maioria das crianças ou se ao contrário, sua igreja possui um grande número de crianças, você pode subdividir os grupos.

2.2 Forme um equipe

a. Procure pessoas que:

-Sejam vocacionadas para o trabalho com crianças;
-Que gostem e tenham disponibilidade para trabalhar com crianças .

A equipe deve ser composta por:

Coordenador
Programa a escala dos dirigentes e auxiliares para todo o ano.
(A cada semana dois dirigentes e dois auxiliares.)
Organiza o material que será utilizado
Promove reuniões com toda a equipe para traçar objetivos e para avaliação do trabalho desenvolvido.

Dirigente (1 ou 2 para cada faixa etária)
Divide os trabalhos e programa os cultos com a equipe.
Coordena e orienta as tarefas dos auxiliares.
Dirige o culto.

Auxiliar
Ajuda na disciplina.
Ajuda nos cânticos.
Ajuda nos trabalhos e atividades de fixação do ensino.

2.3 Adote um material de qualidade

Você pode criar o seu próprio currículo, planejando os temas que serão abordados durante todo o ano e buscando materiais existentes no mercado que o auxiliem na abordagem desse currículo.

2.4 Sugestão de horário de culto:
Aos domingos à noite
Duração: Uma hora e meia de culto (enquanto durar o culto dos adultos)

Conclusão
Os propósitos e sonhos de Deus vem se cumprindo
nessa geração de pequeninos, pois cremos que serão
profetas, evangelistas, pastores e mestres.

No culto infantil a criança deve ser sempre incentivada para que ore, leia a Bíblia, aprenda e adore ao único e verdadeiro Deus.

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4 respostas para Culto Infantil

  1. Jawida disse:

    Grae7a e Paz!Fico orgulhosa em fazer parte dessa Igreja e ter como irme3os peosass com tanto talento e muito amor ,por abdicarem do seu tempo em todos os aspectos ,a dedicae7e3o e empenho para fazerem um trabalho te3o lindo que nos agraciou e que tende a abene7oar muitas vidas !Que Deus possa cultivar para sempre essa semente em vossos corae7f5es Parabe9ns a essa equipe ,maravilhas tem o Senhor para os seus filhos!

  2. Ambientes barulhentos agridem o bebê

    Na 22ª. segunda semana de gravidez, a cóclea, órgão que abriga todos os componentes da audição dentro da orelha interna, já está completamente formada. Isso quer dizer que o bebê ouve a mesma coisa que você.

    Estudos já demonstraram que o líquido amniótico pode amplificar alguns tipos de som, como os muito graves. A voz da mãe também é amplificada em cerca de 5 decibéis.

    Um estudo chegou a mostrar que mulheres que trabalhavam oito horas por dia num ambiente de muito barulho (em volumes que exigiam proteção auricular) corriam mais risco de ter bebês com problemas auditivos.

    Além disso, é preciso considerar que um barulho muito forte faz com que o organismo da mãe produza hormônios ligados ao estresse, fazendo o coração acelerar, o que não é bom para a saúde cardíaca do bebê.

    Os bebês, desde o útero materno, ouvem e reconhecem vozes. Sabe-se também que são capazes de sentir emoções da mãe, de se assustar e que após o nascimento terão memórias da vida intra uterina.

    O psiquiatra canadense Thomas Verny explica no livro “Bebês do Amanhã: Arte e Ciência de Ser Pais”, que desde os primeiros meses de gestação, a criança é capaz de identificar certos acontecimentos.

    “Com 4 meses e meio, se você acender uma luz forte na barriga de uma gestante, o bebê vai reagir. Se fizer um barulho alto, ele tenta colocar as mãos nas orelhas. Se colocar açúcar no liquido amniótico, ele vai dobrar a ingestão. Bebês gostam de açúcar! Quando se coloca algo amargo, o bebê para de tomar o líquido e faz cara feia. Eles sentem a diferença entre doce e amargo, reagem à luz, ao toque e ao barulho.”

    Vídeo-game e todos os brinquedos sonoros devem ser avaliados pelo som que emitem. “O sistema auditivo é um órgão sensorial extremamente delicado e passível de lesões se for muito carregado, principalmente em bebês, que têm uma sensibilidade auditiva muito apurada. A célula ciliada do ouvido interno do bebê sofre com o ruído excessivo e esse abuso pode acabar levando à sua destruição”, alerta o otorrinolaringologista Jamal Azzam.

    A indicação é sempre manter os pequenos longe de ambientes muito barulhentos, seja um local fechado ou na rua, onde o som do trânsito também causa incômodo. Se for inevitável fugir desses locais, o ideal é proteger os ouvidos da maneira certa. “Muitos pais usam algodão para tapar o canal auditivo, mas isso não garante a vedação necessária do som. Uma opção é usar fones de ouvido de boa qualidade que preservem a audição”, finaliza Azzam.

    “Há uma região no cérebro chamada “tálamo”. Esta é a parte do cérebro na qual a música é percebida. No tálamo as emoções, sensações e sentimentos são percebidos antes destes estímulos serem submetidos às partes do cérebro responsáveis pela razão. A música, portanto, não depende do sistema nervoso central para ser assimilada imediatamente pelo cérebro. Ela passa pelo aparelho auditivo, pelo tálamo e depois vai ao lobo central.

    A “batida” que substitui o ritmo provoca um estado de emoção que a mente não discerne. Desorganiza a química. As batidas graves da percussão afetam o líquido cerebrospinal.
    O volume (amplificado) das músicas acima de 50 decibéis prejudica a audição e a saúde cerebral”.

    Ivone Boechat

  3. A influência da música na saúde mental
    Ivone Boechat

    A música se destaca dentre as expressões artísticas, desde os primórdios da narrativa bíblica. No século VI a.C, Pitágoras afirmava: “A música e a dieta são os dois principais meios de limpar a alma e o corpo e manter a harmonia e a saúde de todo organismo”.
    Nada no planeta escapa aos efeitos da música. Ela interfere em tudo: na digestão, na produção de secreções, na circulação sanguínea, nas batidas cardíacas, na respiração, na nutrição e nas inteligências.
    O alemão Tartchanoff, especialista nos fenômenos cerebrais, provou que “A música exerce poderosa influência sobre a atividade muscular, que aumenta ou diminui, de acordo com o ritmo, o volume, o estilo”. Os sons são dinamogênicos, isto é, aumentam a energia muscular em função de sua intensidade e ritmo. Ou o inverso: a música pode paralisar. O uso errado da música encurta a vida e, corretamente usada, ajuda a preservá-la. As batidas cardíacas podem ser reguladas ou transtornadas pelos sons musicais. O rock, por exemplo, faz mal à saúde física e mental, e vicia tanto quanto qualquer droga química. Um rock-dependente submetido a um tratamento de desintoxicação mental demora muito para curar a desarmonia no seu metabolismo.
    Já os ritmos harmoniosos são estimulantes, sedativos, ajudam a recuperar o sono e fixam a memória. A medicina usa a música na terapia de partos, cirurgias, tratamentos dentários etc. Empresas de saúde entretêm pacientes em sala de espera com música suave, neutralizando a ansiedade.
    Médicos de Los Angeles, EUA, selecionam músicas para relaxar no tratamento de pacientes com dores. No Brasil a música é usada na assistência a doentes terminais.
    Há muito se sabe que a música estimula a produção no trabalho. Em restaurantes, se inteligentemente usada, ela estimula o apetite, o romantismo, a confraternização, as comemorações. Nos quartéis, desperta o espírito cívico. A Bíblia conta, por exemplo, que o rei Jeosafá usou um grandioso coral e uma banda de música para intimidar o inimigo (II Cr 20). Ganhou a batalha!
    Shakespeare dizia que a música: “Presta auxílio a mentes enfermas, arranca da memória uma tristeza arraigada, arrasa as ansiedades escritas no cérebro e, com seu doce e esquecedor antídoto, limpa o seio de todas as matérias perigosas que pesam sobre o coração”.
    Para cada ambiente há ritmos, sons e volumes apropriados. Porém, o volume acima de 60 decibéis, segundo órgãos internacionais de saúde, pode causar espasmos e lesões cerebrais irreversíveis. Mais de 90 decibéis, e o excesso sonoro e rítmico calcificam parcialmente o cérebro, bloqueando a memória. A mensagem externa não pode ser gravada, porque a química está alterada pelo excesso de adrenalina.
    A epilepsia musicogênica resulta do excesso de ruídos musicais, incluindo convulsões. A lesão produzida pelo mau uso do som pode até matar, se a vítima não for adequadamente tratada. Desde o quarto mês de gestação, os bebês já podem perceber a agressão externa pela inteligência corporal. A ansiedade de uma grávida onde o som ultrapassa os limites humanos de segurança é percebida e registrada pelo feto.
    Hoje, muitos jovens têm problemas de audição comuns em idosos, o que explica o volume exagerado de músicas em festas e cultos. Isso leva a sons cada vez mais altos. Outros efeitos negativos são irritabilidade, memória confusa, baixa aprendizagem, baixa autoestima, insônia, cefaleia, vômitos, impotência, morte etc.
    Na Alemanha, um estudo revelou que 70 decibéis sistemáticos de “música” causam constrição vascular – mortal, se as artérias coronárias já estiverem estreitadas pela arteriosclerose. Quem usa marca-passo deve fugir desses ambientes! É comum o mal-estar súbito em pessoas durante festas em que a música, ao invés de ser um bem passou a ser arma. É uma questão de saúde pública!
    Se usada com equilíbrio, a música sensibiliza, entusiasma, fortalece a memória, consola, tranqüiliza, desperta a atenção, mobiliza inteligências…
    A música deve ser usada inteligentemente, como recomenda um dos maiores músicos da antiguidade, Rei David: “ Pois Deus é o Rei de toda a Terra; cantai louvores com inteligência.” Sl 47:7 .
    Nos céus de Belém, anjos cantaram naquela noite em que a Internet de Deus se abriu à humanidade, em sons harmoniosos e o data-show celestial revelou “… novas de grande alegria…” Lc 2:10

    Extraído do livro A família no século XXI 1ª edição Reproarte 2001 RJ

  4. Ministro de música

    1. Toda pessoa tem o sagrado direito de frequentar os cultos e atividades da igreja e de sentir-se muito feliz, sereno, confortado, em qualquer idade.

    2. O ouvido tem alta sensibilidade e suporta confortavelmente, por uma, duas horas, no máximo, 50 decibéis. Passou disso, além do mal que faz à saúde, incomoda muito.

    3. Todo instrumento pode ser usado no louvor, mesmo sabendo que há aqueles próprios para o culto.

    4. Culto não é show.

    5. Não existe hino ou música velhos.

    6. É preciso selecionar hinos próprios para cada ocasião, com mensagem, poesia, melodia, harmonia, ritmo. Ritmos assincrônicos desorganizam a química cerebral. Derrubam pessoas e até muros. Josué 6:20 Juízes 7:18

    7. Fundo musical durante o culto não pode interferir, desconcentrar, incomodar; use-o com muita inteligência. Ninguém suporta um teclado dedilhado pra lá e pra cá, aleatoriamente. Se for um hino próprio para a ocasião, baixinho, tudo bem, mas notas soltas…nem pensar.

    8- A música tem o poder de mobilizar as estruturas mentais.

    9- Culto animado não é sinônimo de barulho. Reverência, participação, adoração, comunhão, consagração, dedicação, apontam para o equilíbrio. O templo não é um lugar sombrio, triste, com silêncio sepulcral, é um espaço de alegria, louvor, transformação, decisões.

    10- Se você faz parte da equipe de músicos, nunca fique se distraindo e brincando com os instrumentos no altar, após o culto.

    “E Quenanias, príncipe dos levitas, tinha cargo de entoar o canto; ensinava-os a entoá-lo, porque era entendido nisso.” 1º livro de Crônicas 15.22.

    Ivone Boechat

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