Filme “Deus Não Está Morto 2” mostrar o valor da liberdade religiosa

O número de pessoas que reconhecem o declínio da liberdade religiosa nos Estados Unidos tem crescido a cada ano, de acordo com uma pesquisa divulgada recentemente pela LifeWay Research. Enquanto 63% afirmam que os cristãos enfrentam uma crescente intolerância, um número semelhante (60%) diz que a liberdade religiosa está em declínio.

Esta é a realidade retratada no filme “Deus Não Está Morto 2”, que está em maratona de pré estreia por diversas cidades do Brasil. No longa, uma professora de história foi processada por ter respondido uma questão religiosa feita por sua estudante do ensino médio — um caso que tomou grandes proporções judiciais e sociais.

Imagem redimensionadaNa pré estreia que aconteceu em São Paulo nesta terça-feira (29), na zona leste da cidade, Ygor Siqueira, diretor da 360WayUp — empresa responsável por trazer o longa ao Brasil — revelou que grande parte do público tem se surpreendido com o enredo da continuação do filme.

“Foi bem melhor do que eu esperava. Eu sempre fico com medo, porque na verdade é o público que manda”, disse Ygor, em entrevista exclusiva ao Guiame. “Desde a primeira estreia foi fantástico, a liderança gostou muito. Muitos estão falando que o segundo é melhor do que o primeiro. Superou qualquer expectativa.”

A maratona de pré estreias de Deus Não Está Morto 2 já passou por cidades como Porto Alegre, Curitiba, Manaus, São Luiz, Belém, Salvador, Cuiabá, Fortaleza e será recebida também em Recife, Campinas, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Imagem redimensionadaA cantora Brenda dos Santos, que estava entre o público do filme, considera que o avanço do conteúdo cristão nas telonas é uma forma de evangelizar. “O pessoal que faz parte da igreja tem uma aceitação boa, mas o objetivo mesmo é alcançar aqueles que não conhecem a Palavra”, disse ela.

Imagem redimensionadaHiguti Jalls, pastor na sede da Igreja Bola de Neve, acredita que o cinema poderia ser usado como meio de evangelismo há muito tempo. “No começo da igreja brasileira, e até mesmo no início da igreja nos Estados Unidos, era muito falado que a televisão era do Diabo. Falaram tanto que o Diabo pegou pra ele, hoje você não consegue mais assistir TV pelos programas que passam”, comentou o pastor.

“Hoje existem muitos programas evangélicos querendo ir para a TV, mas é muito caro. Podemos fazer um comparativo até com o cinema. Existem grandes ministérios que talvez tenham recursos e que poderiam estar investindo nisso, usando o meio das artes para evangelizar”, acrescentou Higuti.

O cantor Daniel Casimiro observa até mesmo uma melhoria na obra de evangelismo através do cinema. “Hoje você tem aí um leque de filmes evangélicos, onde os pais podem ir com seus filhos sem temer nenhum tipo de constrangimento”, disse ele. “Eu vejo até mesmo uma melhora significativa na qualidade, na interpretação, nas escolhas do elenco, tudo contribuindo para que o Reino de Deus se expanda.”

Imagem redimensionadaThayna Lane também considera o cinema como ferramenta impactante de evangelismo. “Hoje em dia o cinema e a televisão estão sendo muito usados para formar a cabeça das pessoas, as novelas vivem dizendo coisas que influenciam. Então, a gente está usando os filmes para levar a Palavra de Deus”, avaliou a cantora.

Fonte: Guia-me

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